Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: qual o melhor para representantes comerciais recolherem impostos?

Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: qual o melhor para representantes comerciais recolherem impostos?

Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: qual a melhor forma de um representante comercial apurar tributos?

Entenda se, de fato, é mais vantajoso para representantes comerciais apurarem impostos como Pessoa Física ou como Pessoa Jurídica.

Você é representante comercial e está na dúvida se é melhor recolher seus tributos como Pessoa Física ou como Pessoa Jurídica? Vamos ajudar você neste artigo!

Em nosso material, primeiro, vamos conversar um pouco sobre tributos, sobre a importância dele para o Estado, também sobre como as Pessoas Físicas são afetadas por eles. Além disso, abordaremos os diferentes tipos de tributação que afetam as Pessoas Jurídicas e como saber qual, de fato, é a melhor forma de você, representante comercial, recolher seus impostos.

Sendo assim, fique com a gente até o final e faça uma ótima leitura!

O que são tributos?

Assim como acontece com empresas, o Estado também necessita de recursos para desenvolver suas atividades.

Se, para isso, ele imprimisse todo o dinheiro de que precisa, nossa economia viraria um verdadeiro caos, já que, quanto maior a quantidade de moeda em circulação, menos ela tende a valer, e isso acaba por afetar seu poder de compra.

Dessa forma, a maneira mais sensata é contar com a própria população para financiar as atividades estatais – e isso se dá por meio dos tributos.

Então, o imposto que você paga vai para os cofres públicos e deve retornar em serviços na área de educação, de saúde, de segurança, dentre outras, para a população.

Como eles afetam as Pessoas Físicas e Jurídicas?

Os tributos incidem de forma diferente em Pessoas Físicas e em Pessoas Jurídicas.

Um imposto pago diretamente por Pessoas Físicas é o Imposto de Renda.

Ele possui diretrizes específicas que vão definir como deve ser feita sua apuração, costuma ser pago uma vez no ano e incide sobre todos os rendimentos auferidos em um determinado período os quais extrapolam limites definidos pelo Estado, como, por exemplo:

  • Recebimento de aluguéis;
  • Rendimentos de aplicações financeiras;
  • Recebimento de salários etc. 

Já a tributação de empresas é bem mais complexa, envolve o pagamento de diferentes tipos de impostos sobre os quais vamos conversar nas próximas linhas.

Tributação de Pessoas Jurídicas: conheça os principais enquadramentos tributários

Para que você entenda melhor como funciona o nosso sistema tributário e se é melhor apurar como Pessoa Física ou como Pessoa Jurídica, vamos conversar sobre os diferentes tipos de enquadramento com os quais empresas costumam apurar seus tributos.

O regime tributário pode ser entendido como o conjunto de leis que vão orientar o cálculo de impostos, quais obrigações o negócio deverá cumprir e como isso deverá ser feito.

Sendo assim, atualmente, os três principais são:

Simples Nacional

Também conhecido como Supersimples, é destinado exclusivamente a MEs e a EPPs. Trata-se de um regime tributário que busca reduzir o impacto dos tributos e da burocracia no dia a dia desses negócios.

Seu recolhimento é disciplinado também pela Lei 123/2006, mas o faturamento não é o único critério que poderá vetar o ingresso nele.

Composição de quadro societário, existência de débitos fiscais e atividade desenvolvida são exemplos de outros aspectos que podem impedir uma empresa de recolher seus tributos pelo Simples Nacional.

Lucro Presumido

Nele, o IRPJ e a CSLL são calculados com base na presunção do lucro do empreendimento, o qual é calculado com base em percentuais determinados pelo governo e que variam de 1,6% a 32%.

As alíquotas dos respectivos tributos são de 15% e 9%, e empresas que apuram seus tributos pelo Lucro Presumido ainda precisam apurar, sobre o faturamento, o PIS (alíquota de 0,65%) e a Cofins (alíquota de 3%).

ICMS, ISS e IPI são exemplos de outros tributos que o estabelecimento terá que recolher, dependendo do tipo de atividade desenvolvida.

Poderá optar por ele empresas que não estejam obrigadas a recolher tributos pelo Lucro Real.

Lucro Real

É um dos mais complexos devido à quantidade de detalhes envolvidos na apuração do IRPJ (alíquota de 15%) e da CSLL (alíquota de 9%).

Nele, esses tributos precisam ser recolhidos com base no lucro que a empresa realmente apresentou em um determinado período, o que torna necessária a existência de uma contabilidade sempre em dia.

Para efeito de cálculo do PIS e da Cofins, as alíquotas são de 1,65% e 7,6%, mas aqui é permitido que se credite dos respectivos percentuais na compra de insumos.

Além disso, a empresa pode recolher outros tributos, como, por exemplo, ICMS, IPI e ISS, mas os percentuais e a forma de cálculo podem variar bastante de acordo com o local onde a empresa está sediada, com o tipo de produto e com a operação realizada.

Pessoa Física ou Jurídica, qual a melhor opção para representantes comerciais apurarem impostos?

Tratando-se de representante comercial, recolher tributos por meio de Pessoa Jurídica costuma ser bem mais vantajoso.

Isso porque, apesar de um número maior de impostos, o somatório total das alíquotas nem sempre equivale àquele que deve ser pago por Pessoas Físicas, que podem ter que pagar até 27,5% de Imposto sobre a Renda, dependendo de quanto tenha recebido no período.

Porém, será o planejamento tributário quem vai ajudar você a ter mais certeza ao escolher se apurar como Pessoa Física ou Jurídica é melhor para você, que é representante comercial.

Planejamento tributário: entenda com ele vai ajudar você a entender melhor se é mais vantajoso apurar tributos por Pessoa Física ou Jurídica

O planejamento tributário consiste em um estudo feito a partir da projeção dos seus resultados, projeção essa que é feita tendo como ponto de partida os relatórios de períodos anteriores da sua empresa.

Elaborado esse cenário, é feito o cálculo em cada um dos diferentes regime de tributação para que se entenda em quais deles será mais interessante que você pague impostos, se como Pessoa Física ou como Pessoa Jurídica.

Ainda, com a ajuda do planejamento tributário, você conseguirá saber a quais leis que deverá atender ao recolher seus impostos, e isso ajuda na conformidade fiscal.

Advance: uma contabilidade parceira da sua empresa

Como percebemos, o nosso sistema tributário é bastante complexo e nem sempre se entende de forma clara se é melhor que representantes comerciais apurem impostos como Pessoa Física ou como Pessoa Jurídica.

Nesse sentido, o ideal é contar com apoio de especialistas para realizar o planejamento tributário, o qual permitirá que a decisão seja mais segura e que tenha impacto positivo no seu bolso.

Nós, da Advance, somos uma contabilidade que trabalha diretamente com representantes comerciais e temos a expertise necessária para ajudar você a tomar decisões inteligentes em seu negócio.

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Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: qual a melhor forma de um representante comercial apurar tributos? Leia nosso post e confira!
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